Empreender – Uma questão de sobrevivência

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Empreender – Uma questão de sobrevivência

Empreender –uma questão de sobrevivência

“Por que não”? Quase tudo que você deixa de fazer não tem razão para tal.

Quase tudo que você  deixa de fazer tem como causa o medo,

a inércia ou a ausência de alguém para perguntar: “Por que não “

Seth Godin

…e de ousadia também. As indústrias já não fazem mais parte da nossa paisagem. Elas existem, mas há muito que São Paulo deixou de lado o maior parque industrial do país e viu suas fábricas migrarem para o interior de São Paulo e outros estados , a partir dos anos 1990. Hoje, o que prevalece são setores do comércio e serviços, aquecidos pela veia empreendedora dos brasileiros. Empreender virou quase como que uma obrigação de todos que têm projetos, planos e ideias em mente. Mas como passar do plano para a ação, da ideia para a concepção de algo interessante e criativo? São essas e mais um mar de perguntas que fazem a cabeça ferver.

E se vender é a alma do negócio bem sucedido, pode-se afirmar que empreender já passou da fase do simples experimento, de achar que vai ser tudo “do jeito que eu quero”, “sem chefe”, “com os horários que eu determinar”. É, sim, uma questão de sobrevivência, portanto de muita determinação para seguir adiante com um projeto que oferece riscos como qualquer coisa que se resolve fazer na vida, seja mudar de emprego, de ramo de atividade, ir para o exterior, e por aí vai.

Segundo pesquisas do Sebrae, entidade que oferece cursos e palestras às micro e pequenas empresas, com apoio de entidade internacional e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o relatório 2017 de empreendedorismo no Brasil mostra um aumento considerável de jovens e mulheres. Outro dado interessante que o relatório apresenta é a  taxa total de empreendedorismo ((TTE), que foi de 36,4%, o que significa que de cada 100 brasileiros e brasileiras adultos na idade considerada ativa para essa pesquisa, que vai dos 18 aos 64 anos, “36 deles estavam conduzindo alguma atividade empreendedora, quer seja na criação ou aperfeiçoamento de um novo negócio, ou na manutenção de um negócio já estabelecido. Em números absolutos isso representa dizer que é de quase 50 milhões o contingente de brasileiros que já empreendem e/ou realizaram, em 2017, alguma ação visando a criação de um empreendimento em um futuro próximo”. Seja por enxergar oportunidade, ou mesmo por necessidade, o fato é que a atividade empreendedora no Brasil caminha de forma constante e crescente.

Para Ozires Silva, que já foi ministro e criou a Embraer à partir de um sonho de menino (voar), “empreender é ter um objetivo. É ter um motivo para seguir em frente”, algo para se satisfazer, que vai além do simples ganhar dinheiro, o que não é nada mal, sem esquecer de buscar “a máxima eficiência ao menor custo possível”.

Exemplos são tantos, não faltam para mostrar o que pode e o que não se deve fazer ou deixar de fazer quando se empreende.

Quem concorda e tem vivenciado bem esse universo do empreendedorismo hoje, é Jorge Farid, empresário especializado em antiquário e que entre outras atividades, criou diversos canais nas redes sociais do “Empreender e Vender”, que agregam profissionais liberais, micro e pequenos empresários, especialmente da zona leste da cidade de São Paulo, em sua grande maioria artesãos que apresentam o que sabem fazer de melhor em feiras espalhadas pela cidade. “Hoje, ´percebemos o quanto a mídia digital veio para ficar, a tal ponto que eu mesmo diminuí fisicamente o meu negócio e agora passo a geri-lo quase que 24 horas por dia, através dos canais que mantenho. Por isso me senti inspirado a criar o Empreender e Vender, porque acredito que sem uma plataforma digital, fica mais difícil você vender bem o seu peixe”, comenta.

Principalmente porque a concorrência é sempre crescente e em 72% dos casos de empreendedores iniciais (aqueles que estão começando um negócio), é voltado à área de serviços ao consumidor final, portanto o perfil do público alvo do canal Empreender e Vender.

E como já apontaram os números, empreender nunca esteve tão em alta como agora. Então, o que está esperando para dar um upgrade na sua vida profissional e começar a fazer a diferença, começando por se inscrever em canais que apresentem de forma direta e rápida quem você é e os produtos que comercializa?

EMPREENDER E VENDER

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Elizabeth Florido é jornalista, formada em Artes Gráficas pelo Senai Theobaldo De Nigris, está diretora vice-superintendente da Distrital Mooca da Associação Comercial de São Paulo, e é colaboradora do Canal Empreender e Vender

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